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Ombak

Ombak, original do idioma Bahasa Indonesio, significa onda.


Ao se lançar ao mar, o ser humano encontrou um horizonte sem fim. E no movimento das ondas aprendeu com as diversas culturas que ele é um ser do mundo. Descobriu que temos muito em comum com aqueles que nos pareceram tão distantes. Foi através da dança das ondas, desse ir e vir, do explorar e conhecer que nasceu a Ombak.

Ombak é ocidente e oriente unidos em um só. É Brasil, é Indonésia. É calor, praia e é frio, montanha. Pois é trópico. Ombak é sentir o lugar; apreciar o perfume no ar, vislumbrar a beleza, ouvir e tocar. É simplicidade e luxo, amplitude e aconchego. Ombak é preservar o que temos de mais precioso. Certamente é natureza, mas também é cidade.

Ombak é sentir prazer no que se faz. É acordar com o sol e admirar a lua. Respeitar as culturas e querer aprender sempre mais. Observar e interagir. Ombak é uma forma de olhar. Ombak é arquitetura, arte e estilo.

Joana de Moraes, filha da economista e pianista Eclesia Regina com o artista plástico João Augusto. Cresceu em meio a museus e construções históricas, ouvindo música clássica e sentindo o cheiro de tinta que exalava do ateliê.Assim nasceu a arquiteta que anos depois iria fazer sua formação na Universidade Federal Fluminense. Iniciou sua vida profissional durante a faculdade quando estagiou em uma construtora, acompanhando de perto a execução de obras. Posteriormente estagiou no escritório de arquitetura, trabalhando diretamente com projetos.

Sentindo necessidade de alinhar sua paixão pela natureza à profissão, foi buscar um estilo de arquitetura mais integrado ao meio ambiente. Tornou-se então pesquisadora do Laboratório de Conservação de Energia e Conforto Ambiental da UFF, onde encontrou inspiração para desenvolver o Projeto de Manejo e Desenvolvimento Sustentável para a reserva ecológica da Juatinga. Depois de formada trabalhou também na área de planejamento e controle e atuou como arquiteta residente em obras distintas.

Movida pelo seu interesse por diferentes culturas, em 2012 Joana foi morar na Indonésia, onde cursou na Udayana University Arquitetura Tropical do Sudeste da Ásia com ênfase na cultura balinesa. Encantada com os sentidos atribuídos a cada detalhe construtivo, com a integração entre a construção e a natureza e a semelhança com a nossa arquitetura vernacular, decidiu iniciar aqui no Brasil um estilo próprio de arquitetura, dando origem à Ombak.

Atualmente desenvolve projetos de arquitetura, interiores e paisagismo, pois acredita na integração entre esses elementos, criando um projeto diferenciado, além de realizar o gerenciamento e acompanhamento técnico das obras. A busca constante pelo seu desenvolvimento pessoal e profissional prossegue através de cursos em áreas complementares, como fotografia e o MBA em Gerenciamento de Projetos da Fundação Getulio Vargas, bem como em viagens para imersão em diversas culturas locais.